Como rosas negras que sangram
Como cadáveres em putrefação
Exalando o odor de nossa consagração
Sobre a morte nós reinamos
Com força e astúcia, reinamos
Com luxúria e fornicação, reinamos
Com sêmen e orgia, reinamos
Pois nossa existência é o maior pecado
As trombetas se calam diante à nós
Os Deuses atenuam-se em nós
A morte curva-se diante nós
A tristeza e a dor caem sobre nossos inimigos
E somente nós, gozamos deste fato
Nossa consagração dar-se pelo choros dos fracos
Eu em você, você em mim
Nós dois como um só
Destruindo e proliferando nossas pragas
Procriando nossos herdeiros
Pois o reino não será destruído
Nós não seremos esquecidos
Eu e você, seremos o pesadelos de muitos
E o sonho daqueles que querem ser grandes



