Invadindo como parasitas
Vestindo nossas armaduras
Armados até os dentes
Prontos para matar
Um grito de dor é ouvido
Um lamento despejado
As lágrimas são derramadas
Em dor sou envolvido
Pelas mortes efetuadas
Os tiros riscam o céu
Me vejo vivo em meio a morte
Meu corpo se estremece
Mas sou eu, tenho de ser forte
Sou eu que estou matando
O retomada é invevitavél
Matamos para nascer mais
Morreram para não voltar mais
Uma estrutura inabalavél
A muralha da lei, do tráfico, da vida, da morte.

Um comentário:
ADOREI O EMAIL, QUERIDO.
BEIJÃO, PRA TI :)
Postar um comentário